28 setembro 2009
16 setembro 2009
12 setembro 2009
Artigos
"É o fruto de uma vida crucificada que Deus está procurando".
“Do resplendor da glória,Disse-lhes: Ide;Curai enfermos e purificai leprosos,Ressuscitai mortos.Livremente vos concedo o tesouro,Não vos provereis de ouro nem de prata,Levem meu Nome´”.
O alvo de nosso Senhor para cada um de Seus discípulos é uma vida frutífera: “Nisto é glorificado meu Pai, em que deis muito fruto, e assim vos tornareis meus discípulos” (João 15:8).
Paulo nos dá o segredo de tal experiência nestas palavras aos Gálatas: “Estou crucificado com Cristo: não sou mais eu que vivo, mas Cristo vive em mim”.
O que produz fruto? Na natureza é a vida da árvore fluindo dentro de cada ramo ou graveto. No caráter Cristão, qual é sua fonte? “Sem Mim nada podeis fazer”. Uma das grandes necessidades na vida Cristã é compreender que isto é literalmente verdadeiro. O fruto na esfera do discipulado Cristão não vem através do desenvolvimento físico ou natural. Tampouco é o resultado de energia corporal, poderes mentais, ou atração pessoal. O Dr. Andrew Murray escreveu, “Ninguém sabe o que é fruto até que aprenda a morrer para tudo o que é meramente humano”. Esta é uma grande declaração, corta bem na raiz de todo nosso trabalho e orgulho em nossa obra. Quão difícil é morrer para a dependência de nossos próprios intelectos, ou para o orgulho em nossas habilidades, ou para nossa reputação, ou para nosso desejo natural pelo sucesso, ou para nossos próprios planos! Mas o fruto vem quando estamos dispostos a que tudo isso vá para a Cruz, enquanto Cristo se torna tudo e dependemos inteiramente do Espírito Santo a cada palavra que falamos, cada obra que fazemos, e cada rumo que tomamos na vida.
Um governante oficial na Índia, que estava envolvido na obra de irrigação, veio até o proprietário de um campo e disse a ele que o tornaria frutífero. Então o proprietário respondeu, “Você não precisa tentar fazer alguma coisa com o meu campo; ele é árido e não produz nada”. O oficial replicou, “Posso fazer seu campo tornar-se ricamente frutífero se ele somente for baixo o suficiente”. Se você e eu estivermos dispostos a descer, descer, descer, Cristo nos encherá com aquilo que trará fruto. A fonte do fruto na vida do crente não é ele mesmo, mas Cristo, e a condução para o ponto onde é possível frutificar para Deus, Paulo afirma alguns grandes fatos. O primeiro é, “Eu estou crucificado com Cristo”. O “eu” representa a vida do ego, e deve ser tratado para que o fruto para Deus seja formado. Não podemos vincular a vida Cristã com a natureza Adâmica, isto é claramente afirmado pelo apóstolo, “Pois sabemos isto, que o nosso velho homem foi crucificado com Cristo” (Romanos 6:6). Deste fato Paulo nos dá a confirmação em sua própria experiência, “Estou crucificado com Cristo”. Não enxergamos o que é preciso ser feito? A Cruz de Cristo se tornar a nossa cruz. Através da Cruz compartilhamos com Cristo a morte para tudo aquilo em nós que se opõe a Deus, a Sua vontade, ao Seu propósito e Seu poder, tudo em nós que mostra a mancha do pecado e traz em si a marca da queda.
Não somente a má natureza humana deve ser tratada, mas também a boa natureza humana, que tanto considera seus próprios méritos e roubaria o lugar que Cristo deve ter em nossos atos e pensamentos. Sempre que consinto em compartilhar a Cruz de Cristo e permito que seu significado seja trabalhado em mim, tanto em relação ao bem quanto ao mau em minha natureza humana, o caminho se abre para que a vida de Cristo flua. Pois, ao tomarmos e mantermos a atitude de morte para cada imposição de nossa vida própria e ataque do Satanás, concedemos ao Espírito Santo a oportunidade de trazer em nós a vida de Cristo, nos libertando da lei do pecado e da morte. Cristo e eu estamos co-crucificados. Porém essa co-crucificação não é a meta da vida que produz fruto. É o ponto de partida, o ponto focal da experiência Cristã, e assim que chegamos lá vemos todas as outras verdades de Deus repousando em seus lugares certos em perfeita harmonia.
E então? “Eu vivo”. Este é o interessante paradoxo estabelecido por Paulo: “Estou crucificado... contudo vivo eu”. A co-crucificação com Cristo não gera uma máquina religiosa. Eu vivo. Um novo ‘eu´, avivado pelo Espírito Santo, ressuscitado com Cristo, assentado com Ele nas regiões celestiais; como Ellicott coloca em seu comentário, “O fato é que vivo num sentido mais verdadeiro do que nunca”. Vivo mais intensamente porque morri com Cristo e as raízes de minha nova vida estão na Cruz, em contraste com a vida velha cujas raízes estão na natureza Adâmica.
E então? Um segundo paradoxo nos é dado pelo apóstolo. “Vivo, não mais eu”. Isto também é verdadeiro. A nascente e o centro da minha vida, sua fonte, seu poder sobre a velha natureza, sua força para o culto diário não estão em mim, “Estou crucificado com Cristo, não sou mais eu que vivo”. Qual é o centro, e a fonte? “Cristo vive em mim”. Eis o segredo de se adentrar na magnificência da salvação de Cristo, e se alguma vez cedermos à tentação de limitar o lugar de Cristo em nossas vidas, limitaremos nossa experiência da Sua graça redentora.
Mas se Cristo está em mim e dou a Ele o Senhorio sobre meu ser, obedecendo-O tanto nas pequenas como nas grandes coisas, que vida é possível. Assim haverá poder para ser o que Deus deseja e precisa que sejamos. Existirá poder para que vivamos no mais alto e alcancemos o melhor na prática da vida diária.
Deus nunca fala conosco da forma como os homens falam uns com os outros. Deus nunca nos diz para sermos os arquitetos de nossas próprias vidas. O que Ele faz é nos mostrar Seu ideal e declarar que a tarefa permanente do crente, estabelecida na Palavra de Deus, é conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus, tornando cada verdade das Escrituras um fato compreendido e experimental. Oh, quão desprovida de poder é muito da nossa vida Cristã! Quão obtusas são as nossas imaginações sobre aquilo que Deus quer que sejamos! Que fraqueza de fé nos impede de reunirmos poderosas forças espirituais que podem nos ajudar a nos agarrarmos às riquezas e tesouros que existem em Cristo Jesus. Se ao menos acreditássemos que eles são possíveis para nós! Há um poder aqui para alcançar este ideal, para ganhar tais coisas, para viver gloriosamente para Deus, e esse poder é “Cristo vive em mim”. E aquilo que Cristo requer de nós Ele primeiramente providencia, pois um dos maiores axiomas da vida Cristã é tornar real em nós aquilo que já é verdadeiro para nós em Cristo. O segredo desta nova vida e a sua fonte é a Cruz. Cristo e a Cruz são inseparáveis. Somente na medida em que nos rendemos ao Espírito Santo para executar em nós a obra da Cruz é que Cristo julga possível tornar isto real. “Cristo vive em mim”, e sem a Cruz isto nunca pode ser verdadeiro.
Qual é então o resultado disso? “A vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus”, ou, como Conybeare coloca, “Minha vida exterior que ainda permanece, eu vivo pela fé do Filho de Deus”. Sejamos claros sobre essa questão. É o fruto de uma vida crucificada que Deus está procurando, não o fruto de uma vida natural, pois esta não pode produzir fruto para Deus. Não vamos confundir aquele fruto com bondade humana. Qualquer um, qualquer pagão, bárbaro ou homem do mundo pode viver uma bela vida natural na qual não precisa de Cristo e na qual ele não concede lugar algum para Cristo. Deus está procurando por algo muito diferente disto. Ele busca o fruto que permanece, fruto de caráter que testifica o poder de Seu Filho, fruto através do qual Ele possa alimentar as nações. Somente uma vida crucificada é capaz de produzi-lo. Ouçamos Paulo, “Estou crucificado com Cristo; não sou mais eu que vivo, mas Cristo vive em mim”, esta é a triunfante asserção de um homem que foi até o lugar da morte com Cristo e ressuscitou. Vida ressurreta, o resultado da crucificação, é uma vida que por si só pode dar frutos para Deus.
Lembre-se, somente enquanto estamos em cooperação com Ele podemos dar frutos de uma vida crucificada. No momento em que virmos para a Cruz, tomando a atitude de nos dispormos para que o Espírito Santo opere em nós o propósito da morte de Cristo, tocamos o ponto de contato e tornamos possível a Ele entrar em uma aliança conosco, para que a verdadeira vida do crente, que é a vida de Cristo nele, esteja sempre renascendo da morte.
Paulo nos dá o segredo de tal experiência nestas palavras aos Gálatas: “Estou crucificado com Cristo: não sou mais eu que vivo, mas Cristo vive em mim”.
O que produz fruto? Na natureza é a vida da árvore fluindo dentro de cada ramo ou graveto. No caráter Cristão, qual é sua fonte? “Sem Mim nada podeis fazer”. Uma das grandes necessidades na vida Cristã é compreender que isto é literalmente verdadeiro. O fruto na esfera do discipulado Cristão não vem através do desenvolvimento físico ou natural. Tampouco é o resultado de energia corporal, poderes mentais, ou atração pessoal. O Dr. Andrew Murray escreveu, “Ninguém sabe o que é fruto até que aprenda a morrer para tudo o que é meramente humano”. Esta é uma grande declaração, corta bem na raiz de todo nosso trabalho e orgulho em nossa obra. Quão difícil é morrer para a dependência de nossos próprios intelectos, ou para o orgulho em nossas habilidades, ou para nossa reputação, ou para nosso desejo natural pelo sucesso, ou para nossos próprios planos! Mas o fruto vem quando estamos dispostos a que tudo isso vá para a Cruz, enquanto Cristo se torna tudo e dependemos inteiramente do Espírito Santo a cada palavra que falamos, cada obra que fazemos, e cada rumo que tomamos na vida.
Um governante oficial na Índia, que estava envolvido na obra de irrigação, veio até o proprietário de um campo e disse a ele que o tornaria frutífero. Então o proprietário respondeu, “Você não precisa tentar fazer alguma coisa com o meu campo; ele é árido e não produz nada”. O oficial replicou, “Posso fazer seu campo tornar-se ricamente frutífero se ele somente for baixo o suficiente”. Se você e eu estivermos dispostos a descer, descer, descer, Cristo nos encherá com aquilo que trará fruto. A fonte do fruto na vida do crente não é ele mesmo, mas Cristo, e a condução para o ponto onde é possível frutificar para Deus, Paulo afirma alguns grandes fatos. O primeiro é, “Eu estou crucificado com Cristo”. O “eu” representa a vida do ego, e deve ser tratado para que o fruto para Deus seja formado. Não podemos vincular a vida Cristã com a natureza Adâmica, isto é claramente afirmado pelo apóstolo, “Pois sabemos isto, que o nosso velho homem foi crucificado com Cristo” (Romanos 6:6). Deste fato Paulo nos dá a confirmação em sua própria experiência, “Estou crucificado com Cristo”. Não enxergamos o que é preciso ser feito? A Cruz de Cristo se tornar a nossa cruz. Através da Cruz compartilhamos com Cristo a morte para tudo aquilo em nós que se opõe a Deus, a Sua vontade, ao Seu propósito e Seu poder, tudo em nós que mostra a mancha do pecado e traz em si a marca da queda.
Não somente a má natureza humana deve ser tratada, mas também a boa natureza humana, que tanto considera seus próprios méritos e roubaria o lugar que Cristo deve ter em nossos atos e pensamentos. Sempre que consinto em compartilhar a Cruz de Cristo e permito que seu significado seja trabalhado em mim, tanto em relação ao bem quanto ao mau em minha natureza humana, o caminho se abre para que a vida de Cristo flua. Pois, ao tomarmos e mantermos a atitude de morte para cada imposição de nossa vida própria e ataque do Satanás, concedemos ao Espírito Santo a oportunidade de trazer em nós a vida de Cristo, nos libertando da lei do pecado e da morte. Cristo e eu estamos co-crucificados. Porém essa co-crucificação não é a meta da vida que produz fruto. É o ponto de partida, o ponto focal da experiência Cristã, e assim que chegamos lá vemos todas as outras verdades de Deus repousando em seus lugares certos em perfeita harmonia.
E então? “Eu vivo”. Este é o interessante paradoxo estabelecido por Paulo: “Estou crucificado... contudo vivo eu”. A co-crucificação com Cristo não gera uma máquina religiosa. Eu vivo. Um novo ‘eu´, avivado pelo Espírito Santo, ressuscitado com Cristo, assentado com Ele nas regiões celestiais; como Ellicott coloca em seu comentário, “O fato é que vivo num sentido mais verdadeiro do que nunca”. Vivo mais intensamente porque morri com Cristo e as raízes de minha nova vida estão na Cruz, em contraste com a vida velha cujas raízes estão na natureza Adâmica.
E então? Um segundo paradoxo nos é dado pelo apóstolo. “Vivo, não mais eu”. Isto também é verdadeiro. A nascente e o centro da minha vida, sua fonte, seu poder sobre a velha natureza, sua força para o culto diário não estão em mim, “Estou crucificado com Cristo, não sou mais eu que vivo”. Qual é o centro, e a fonte? “Cristo vive em mim”. Eis o segredo de se adentrar na magnificência da salvação de Cristo, e se alguma vez cedermos à tentação de limitar o lugar de Cristo em nossas vidas, limitaremos nossa experiência da Sua graça redentora.
Mas se Cristo está em mim e dou a Ele o Senhorio sobre meu ser, obedecendo-O tanto nas pequenas como nas grandes coisas, que vida é possível. Assim haverá poder para ser o que Deus deseja e precisa que sejamos. Existirá poder para que vivamos no mais alto e alcancemos o melhor na prática da vida diária.
Deus nunca fala conosco da forma como os homens falam uns com os outros. Deus nunca nos diz para sermos os arquitetos de nossas próprias vidas. O que Ele faz é nos mostrar Seu ideal e declarar que a tarefa permanente do crente, estabelecida na Palavra de Deus, é conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus, tornando cada verdade das Escrituras um fato compreendido e experimental. Oh, quão desprovida de poder é muito da nossa vida Cristã! Quão obtusas são as nossas imaginações sobre aquilo que Deus quer que sejamos! Que fraqueza de fé nos impede de reunirmos poderosas forças espirituais que podem nos ajudar a nos agarrarmos às riquezas e tesouros que existem em Cristo Jesus. Se ao menos acreditássemos que eles são possíveis para nós! Há um poder aqui para alcançar este ideal, para ganhar tais coisas, para viver gloriosamente para Deus, e esse poder é “Cristo vive em mim”. E aquilo que Cristo requer de nós Ele primeiramente providencia, pois um dos maiores axiomas da vida Cristã é tornar real em nós aquilo que já é verdadeiro para nós em Cristo. O segredo desta nova vida e a sua fonte é a Cruz. Cristo e a Cruz são inseparáveis. Somente na medida em que nos rendemos ao Espírito Santo para executar em nós a obra da Cruz é que Cristo julga possível tornar isto real. “Cristo vive em mim”, e sem a Cruz isto nunca pode ser verdadeiro.
Qual é então o resultado disso? “A vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus”, ou, como Conybeare coloca, “Minha vida exterior que ainda permanece, eu vivo pela fé do Filho de Deus”. Sejamos claros sobre essa questão. É o fruto de uma vida crucificada que Deus está procurando, não o fruto de uma vida natural, pois esta não pode produzir fruto para Deus. Não vamos confundir aquele fruto com bondade humana. Qualquer um, qualquer pagão, bárbaro ou homem do mundo pode viver uma bela vida natural na qual não precisa de Cristo e na qual ele não concede lugar algum para Cristo. Deus está procurando por algo muito diferente disto. Ele busca o fruto que permanece, fruto de caráter que testifica o poder de Seu Filho, fruto através do qual Ele possa alimentar as nações. Somente uma vida crucificada é capaz de produzi-lo. Ouçamos Paulo, “Estou crucificado com Cristo; não sou mais eu que vivo, mas Cristo vive em mim”, esta é a triunfante asserção de um homem que foi até o lugar da morte com Cristo e ressuscitou. Vida ressurreta, o resultado da crucificação, é uma vida que por si só pode dar frutos para Deus.
Lembre-se, somente enquanto estamos em cooperação com Ele podemos dar frutos de uma vida crucificada. No momento em que virmos para a Cruz, tomando a atitude de nos dispormos para que o Espírito Santo opere em nós o propósito da morte de Cristo, tocamos o ponto de contato e tornamos possível a Ele entrar em uma aliança conosco, para que a verdadeira vida do crente, que é a vida de Cristo nele, esteja sempre renascendo da morte.
Do livro “The Cross in Faith and Conduct” (A Cruz na Fé e Conduta).
11 setembro 2009
Notícias
"Austríaco escapa de acidente, vai à igreja agradecer e morre esmagado por altar"
O austríaco Gunther Link, um católico devoto de 45 anos, escapou da morte quando ficou preso em um elevador. Em seguida, foi a uma igreja agradecer a Deus, mas o altar de pedra caiu sobre ele e o matou, segundo o jornal britânico “Telegraph”.
O caso ocorreu na Igreja Weinhaus, em Viena, capital austríaca. Link teve morte instantânea, segundo o jornal.
“Ele era um homem muito religioso, ficou assustado quando ficou preso no elevador e rezou para se livrar”, disse Roman Hahslinger, porta-voz da polícia.
“Pouco depois, ele saiu do elevador e foi direto à igreja para agradecer”, disse o policial. “Ele aparentemente abraçou um pilar de pedra em que o altar estava apoiado, e o altar caiu sobre ele, matando-o na hora.”
O corpo de Link foi encontrado por paroquianos que chegaram à igreja no dia seguinte para assistir a uma missa.
As impressões digitais da vítima foram encontradas no altar. O caso vai ser investigado.
O caso ocorreu na Igreja Weinhaus, em Viena, capital austríaca. Link teve morte instantânea, segundo o jornal.
“Ele era um homem muito religioso, ficou assustado quando ficou preso no elevador e rezou para se livrar”, disse Roman Hahslinger, porta-voz da polícia.
“Pouco depois, ele saiu do elevador e foi direto à igreja para agradecer”, disse o policial. “Ele aparentemente abraçou um pilar de pedra em que o altar estava apoiado, e o altar caiu sobre ele, matando-o na hora.”
O corpo de Link foi encontrado por paroquianos que chegaram à igreja no dia seguinte para assistir a uma missa.
As impressões digitais da vítima foram encontradas no altar. O caso vai ser investigado.
Fonte: G1
09 setembro 2009
Artigos
"CARÁTER E CARISMA: VIDA EQUILIBRADA"
Moysés Cavalheiro de Moraes
Deus deseja que sejamos um determinado tipo de gente: gente à semelhança de Seu Filho. Gente aprovada por Ele, de quem Ele se agrada. Jesus, em seu batismo, ouviu a voz do Pai, dizendo: “Este é o meu Filho amado, em quem me alegro” (Mateus 3.17).Anos atrás, perguntávamos: Como devemos ser para agradar ao Pai? A nossa resposta sempre era: como Jesus! E ainda é!Duas coisas sempre descobrimos em Jesus: um caráter de santidade permanente e um portador de todos os dons (carismas) do Pai e do Espírito Santo. Tais coisas não vinham como secções separadas ou acrescentadas à sua pessoa. Eram parte dele, de sua Pessoa. Pelo poder do Espírito Santo, isso precisa acontecer conosco. Alguns irmãos só se impressionam com os carismas (dons). Especialmente com os mais visíveis e espetaculares. Não seria errado, se estivessem igualmente impressionados com o fruto do Espírito, o caráter de Jesus.Outros irmãos se tornam frios às manifestações do Espírito, enfatizando que são secundárias em relação ao caráter moral que se exige de um discípulo. Mas, como? O sobrenatural, o que o Espírito Santo realiza, enche as páginas da Bíblia, de Gênesis a Apocalipse.Não temos que enfatizar um aspecto em detrimento do outro. Às vezes encontramos isto entre nós: só doutrina, só palavra, só louvor, só curas, só disciplina e autoridade, etc.Temos a tendência de polarizar as verdades de Deus, opondo-as: fé sem obediência (como se fosse possível), obediência sem fé, amor sem autoridade, cruz sem a graça, graça sem a cruz.
Carisma sem Caráter? Não! Caráter sem Carisma? Não!
Irmãos, fiquemos com tudo que é de Deus. Amém.
Fonte: Igreja em Porto Alegre
Notícias
"ONU defende criação de moeda global no lugar do dólar"
Fonte: Folha de S.Paulo
Fonte: Folha de S.Paulo
A ONU defendeu a criação de uma nova moeda global para proteger os mercados emergentes do "jogo de confiança" da especulação financeira, em mais um dos golpes recentes contra o papel do dólar como divisa de reserva internacional.
Para a Unctad (o braço das Nações Unidas para o comércio e o desenvolvimento), uma das hipóteses é a criação de uma espécie de banco central global (que também poderia ser o FMI, reformado), que emitiria uma moeda de reserva "artificial" --como o bancor, proposto por John Keynes, em Bretton Woods, em 1944.
O bancor seria uma moeda internacional destinada a ajustar os desequilíbrios nos balanços de pagamento dos países (que, no entanto, continuariam com suas próprias divisas).
"Uma possibilidade é que os países concordem em trocar suas próprias moedas por uma nova, de modo que a moeda global seria lastreada por uma cesta de divisas de todos os membros", diz relatório da entidade, que considera o atual sistema de moeda de reserva (em que predomina o dólar) como um dos culpados da atual crise.
Pela proposta, serão necessárias regras que determinem que os BCs mundiais intervenham no mercado de câmbio (para que suas moedas se valorizem ou fiquem mais baratas), dependendo do comportamento da economia global.
A Unctad afirma ainda que, ao contrário de hoje, tanto países que têm grande deficit (como os Estados Unidos) como os que possuem enormes superavit (caso da China) terão que ajustar as suas contas, não ficando mais a responsabilidade apenas com os primeiros.
Segundo a entidade, o modelo atual tem um viés deflacionário, já que os países deficitários são obrigados a reduzir as suas compras no exterior quando não conseguem mais financiamento, enquanto os superavitários não têm o dever de aumentar as suas importações. A demanda menor, portanto, reduz o preço dos produtos.
Críticas ao dólar
As críticas ao dólar como divisa de reserva e a necessidade da criação de uma moeda global para substituí-lo não são novidades, com países como China e Rússia aparecendo na linha de frente dos ataques, mas a posição do organismo das Nações Unidas é a mais forte de uma instituição multilateral.
Ao contrário, porém, da maioria dos críticos, o relatório da Unctad não defende a substituição do dólar pelo SDR (Direito Especial de Saque, na sigla em inglês, a moeda do FMI que é composta por quatro divisas: dólar, iene, libra e franco suíço). Para a Unctad, a valorização do SDR não é suficiente para ajudar os países emergentes em busca de liquidez.
Isso porque os países em desenvolvimento, diz, estão sub-representados no Fundo, o que reduz os efeitos de uma maior emissão de SDRs --cada país recebe um montante proporcional à sua cota no FMI.
Na semana passada, o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, defendeu o papel do dólar como a moeda de reserva internacional, mas disse que a sua importância deve ser reduzida. Para ele, porém, essa mudança deve ocorrer na próxima década, e não nos próximos meses.
Estímulo fiscal
O estudo da Unctad mostrou ainda que, em porcentagem do PIB, o Brasil gastou mais em estímulo fiscal do que os EUA e os demais países desenvolvidos.
Segundo o organismo, o governo usou 5,6% do PIB brasileiro (de cerca de US$ 1,6 trilhão) em programas como o corte do IPI sobre carros, eletrodomésticos e material de construção, enquanto o dos EUA gastou 5,5% do maior PIB mundial (de mais de US$ 14 trilhões) em planos para estimular a sua economia --porém, os americanos gastaram 81,1% do seu PIB com ajuda a bancos, ante 1,5% do Brasil.
Na média, os países ricos gastaram 3,7% do PIB com planos de estímulo à economia. Nos emergentes, esses gastos representaram 4,7% do PIB.
Para a Unctad (o braço das Nações Unidas para o comércio e o desenvolvimento), uma das hipóteses é a criação de uma espécie de banco central global (que também poderia ser o FMI, reformado), que emitiria uma moeda de reserva "artificial" --como o bancor, proposto por John Keynes, em Bretton Woods, em 1944.
O bancor seria uma moeda internacional destinada a ajustar os desequilíbrios nos balanços de pagamento dos países (que, no entanto, continuariam com suas próprias divisas).
"Uma possibilidade é que os países concordem em trocar suas próprias moedas por uma nova, de modo que a moeda global seria lastreada por uma cesta de divisas de todos os membros", diz relatório da entidade, que considera o atual sistema de moeda de reserva (em que predomina o dólar) como um dos culpados da atual crise.
Pela proposta, serão necessárias regras que determinem que os BCs mundiais intervenham no mercado de câmbio (para que suas moedas se valorizem ou fiquem mais baratas), dependendo do comportamento da economia global.
A Unctad afirma ainda que, ao contrário de hoje, tanto países que têm grande deficit (como os Estados Unidos) como os que possuem enormes superavit (caso da China) terão que ajustar as suas contas, não ficando mais a responsabilidade apenas com os primeiros.
Segundo a entidade, o modelo atual tem um viés deflacionário, já que os países deficitários são obrigados a reduzir as suas compras no exterior quando não conseguem mais financiamento, enquanto os superavitários não têm o dever de aumentar as suas importações. A demanda menor, portanto, reduz o preço dos produtos.
Críticas ao dólar
As críticas ao dólar como divisa de reserva e a necessidade da criação de uma moeda global para substituí-lo não são novidades, com países como China e Rússia aparecendo na linha de frente dos ataques, mas a posição do organismo das Nações Unidas é a mais forte de uma instituição multilateral.
Ao contrário, porém, da maioria dos críticos, o relatório da Unctad não defende a substituição do dólar pelo SDR (Direito Especial de Saque, na sigla em inglês, a moeda do FMI que é composta por quatro divisas: dólar, iene, libra e franco suíço). Para a Unctad, a valorização do SDR não é suficiente para ajudar os países emergentes em busca de liquidez.
Isso porque os países em desenvolvimento, diz, estão sub-representados no Fundo, o que reduz os efeitos de uma maior emissão de SDRs --cada país recebe um montante proporcional à sua cota no FMI.
Na semana passada, o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, defendeu o papel do dólar como a moeda de reserva internacional, mas disse que a sua importância deve ser reduzida. Para ele, porém, essa mudança deve ocorrer na próxima década, e não nos próximos meses.
Estímulo fiscal
O estudo da Unctad mostrou ainda que, em porcentagem do PIB, o Brasil gastou mais em estímulo fiscal do que os EUA e os demais países desenvolvidos.
Segundo o organismo, o governo usou 5,6% do PIB brasileiro (de cerca de US$ 1,6 trilhão) em programas como o corte do IPI sobre carros, eletrodomésticos e material de construção, enquanto o dos EUA gastou 5,5% do maior PIB mundial (de mais de US$ 14 trilhões) em planos para estimular a sua economia --porém, os americanos gastaram 81,1% do seu PIB com ajuda a bancos, ante 1,5% do Brasil.
Na média, os países ricos gastaram 3,7% do PIB com planos de estímulo à economia. Nos emergentes, esses gastos representaram 4,7% do PIB.
03 setembro 2009
Programa divertido e abençoado. Neste último sábado, dia 29, aconteceu a gravação do programa “O Reino”, com os apresentadores Débora e Daniel. A gravação teve muita interatividade com a platéia e com os assuntos abordados. O pastor Samuel Bello de Cabo frio, região dos lagos do Rio, deu uma entrevista contando um pouco sobre seus projetos em sua cidade e em Sana (Macaé). Falou também sobre um projeto em especial, onde jovens viciados em drogas têm a chance de se reabilitarem perante a sociedade, este projeto tomou uma proporção tão importante que até a prefeitura de Cabo Frio começou apoiar. O programa teve também uma atração musical bem divertida, o grupo Banda Tribo do Leão Reggae, que animou e emocionou a platéia com seu estilo reggae music gospel. Esse novo programa “O Reino” tem o objetivo de interagir não só o público jovem, mas todos que gostam de um estilo divertido e inteligente de saber das coisas sobre o “Reino” de Deus. Aguardem o próximo.Emanuelle Capella
"Louvor e Luta"
Watchman Nee : Revista À Maturidade - Outono de 1978
Watchman Nee : Revista À Maturidade - Outono de 1978
"A vitória não é um resultado da luta, mas do louvor".
Vamos olhar outra passagem com relação ao louvor. Ela é encontrada em 2 Crônicas 20. 20-22 - “Pela manhã cedo se levantaram e saíram ao deserto de Tecoa; ao saírem eles, pôs-se Josafá em pé, e disse-me: Ouvi-me, ó Judá, e vós moradores de Jerusalém! Crede no Senhor vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas, e prosperareis. Aconselhou-se com o povo, e ordenou cantores para o Senhor, que, vestidos de ornamentos sagrados, e marchando à frente do exército, louvassem a Deus, dizendo: Rendei graças ao Senhor, porque a sua misericórdia dura para sempre. Tendo eles começado a cantar e dar louvores, pôs o Senhor emboscadas contra os filhos de Amom e de Moabe, e os do monte de Seir que vieram contra Judá, e foram desbaratados”.Vemos aqui o desenrolar de uma batalha. Josafá reinou durante os últimos anos da nação de Judá. O país estava excessivamente fraco e totalmente incapacitado para se defender dos ataques de Amom, Moabe e dos filhos de Monte Seir. Judá seria completamente derrotado, e talvez até mesmo destruído. Josafá, porém temia a Deus e, por causa disso, houve um reavivamento durante o seu reinado. Embora ele não fosse perfeito, todavia desejou seguir a Deus. Ele exortou o povo a confiar no Senhor. Como deveriam enfrentar os inimigos? Não com um exército, mas nomeando cantores para louvar ao Senhor. Aqueles que iriam cantando louvores ao Senhor deveriam vestir-se com roupagem santa. Eles deveriam caminhar adiante do exército proclamando: “Rendei graças ao Senhor, porque sua misericórdia dura para sempre”.
Por favor, observe a palavra “começando”; no exato momento em que o povo de Deus cantou e louvou o Senhor derrotou os amonitas, moabitas e o povo de Monte Seir.
Aprendemos aqui uma grande lição. A vitória não é um resultado da luta, mas do louvor. Devemos descobrir como vencer o inimigo, louvando ao Senhor. Não se obtém isso apenas através da oração, mas também através do louvor. Quando nossa fé está fraca, sentimos que devemos orar muito; mas quando nossa fé é fortalecida, estamos em condições de louvar ainda mais. Muitos, reconhecendo a ferocidade do inimigo e suas próprias fraquezas, tentam lutar e orar. Eles falham em reconhecer este princípio maravilhoso de que a vitória não depende da luta.
Os filhos de Deus frequentemente se deixam vencer pela tentação de lutar. Eles supõem que não poderão triunfar ao menos que lutem. Vêem-se então cercados por dificuldades quase insuperáveis, pois tem de tratar de cada caso e cada pessoa. Eles precisam encontrar uma fórmula para enfrentar os amonitas, outra para os moabitas e ainda outra para o povo de Monte Seir. Ficam envolvidos com métodos e povos. Lembremo-nos contudo, que quanto mais nos envolvemos com métodos, menor a nossa capacidade de vencer. Por quê? Porque isto nos coloca na mesma situação e no mesmo campo de batalha com aqueles a quem temos de enfrentar. Ficamos de um lado e eles do outro. Nossa situação é idêntica. Um exército aqui e um exército ali, e assim lutamos. Em tais circunstâncias, não é fácil vencer. Mas, uma situação totalmente diferente se apresenta quando temos um exército aqui e um coro ali. Não há luta, pois cantores não são guerreiros. Se estes cantores não fossem crentes inabaláveis em Deus, seriam então dementes. Mas eles não eram loucos, porque eram crentes. Louvado seja o Senhor, pois nós também não somos loucos, mas verdadeiros crentes em Deus!
Os crentes jovens devem aprender esta lição imediatamente. Você não tem de esperar muitos anos para começar a aprender a lição do louvor. Isto é algo para ser adquirido no inicio da vida cristã. Cada vez que enfrentar um problema, peça a Deus misericórdia, a fim de que suas mãos não se envolvam em preparativos de guerra e sua mente se abstenha de conceber métodos de batalha. Que Ele proteja você, para que nenhum plano se oculte em seu intimo e nenhuma ação se manifeste exteriormente. Muitas batalhas são ganhas pelo louvor, do mesmo modo que muitas derrotas são causadas pela ausência dele.Se você confiar em Deus, na hora da angústia poderá dizer: “Eu louvo Teu Nome. Embora meus problemas sejam maiores do que minha habilidade, Tu és maior do que meus problemas. Eles são fortes, mas Tu és mais forte. Tua misericórdia dura para sempre”.
Existe uma santa sublimidade no louvor a Deus. O louvor se eleva mais do que a oração. Aqueles que louvam não descansam na esperança; eles já a sobrepujam. Eles louvaram até alcançar a vitória.
“Tendo eles começado a cantar e a dar louvores, pôs o Senhor emboscadas...e foram desbaratados”. Eu creio que nada move tanto ou tão depressa a mão do Senhor como o louvor. Existem muitas ocasiões em que precisamos orar. Eu não sugiro de modo nenhum que possamos dispensar a oração. De forma alguma, nós precisamos da oração. Definitivamente encorajamos os crentes jovens a se entregarem por completo à oração diariamente. Entretanto, existem muitas circunstâncias que são vencidas apenas através do louvor.
Humildemente reconheço que muitos dos filhos de Deus compartilham esta experiência comigo. Muitos passam por provas severas e contínuas. Quando a provação se torna muito dura e a batalha violenta, a pessoa se encontra então nas mesmas condições de Josafá. Em tais condições tudo parece estar perdido. Um lado é tão forte e o outro tão fraco, que uma comparação se torna quase impossível. Nós nos sentimos como que envolvidos por um redemoinho. O problema é grande demais para nós. É natural concentrar então nossos pensamentos na dificuldade do momento, nossos olhos nada vêem senão o problema presente.Quanto mais alguém é provado, tanto mais dá valor ao que lhe resta. Para muitas viúvas, um punhado de farinha na panela e um pouco de azeite numa tigela são muito mis importantes do que tudo que possa ser guardado no depósito (veja I Reis 17). À medida que aumenta a provação da pessoa, assim também a sua compreensão do problema. Ela sempre nota quão pouco sobrou para si. Este momento, em que o indivíduo examina a si mesmo e à sua situação, é o ponto alto da prova. Quanto mais alguém é provado, mais ele analisa a si mesmo e à sua situação. Mas isto não acontece com aqueles que conhecem a Deus. As provações apenas fazem com que voltem os olhos para o Senhor. Quanto maiores as provações, mais eles louvam.
Precisamos aprender a não olhar para nós mesmos. Nossos olhos devem alçar-se para o Senhor. Levantemos nossas cabeças e digamos: “Senhor, a tudo superas. Nós te louvaremos”. Quero dizer-lhes que louvor assim tão manifesto, louvor que vem do coração, louvor que flui do sofrimento, é o sacrifício de louvor. Tal louvor se eleva a Deus instantaneamente e o inimigo é derrotado por ele.
02 setembro 2009
"Depressão será a doença mais comum do mundo em 2030, diz OMS"
Fonte: BBC Brasil
Fonte: BBC Brasil
Dados divulgados nesta quarta-feira pela Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que, nos próximos 20 anos, a depressão deve se tornar a doença mais comum do mundo, afetando mais pessoas do que qualquer outro problema de saúde, incluindo câncer e doenças cardíacas.
Segundo a OMS, a depressão será também a doença que mais gerará custos econômicos e sociais para os governos, devido aos gastos com tratamento para a população e às perdas de produção.
De acordo com o órgão, os países pobres são os que mais devem sofrer com o problema, já que são registrados mais casos de depressão nestes lugares do que em países desenvolvidos.
Atualmente, mais de 450 milhões de pessoas são afetadas diretamente por transtornos mentais, a maioria delas nos países em desenvolvimento, segundo a OMS. As informações foram divulgadas durante a primeira Cúpula Global de Saúde Mental, realizada em Atenas, na Grécia.
"Os números da OMS mostram claramente que o peso da depressão (em termos de perdas para as pessoas afetadas) vai provavelmente aumentar, de modo que, em 2030, ela será sozinha a maior causa de perdas (para a população) entre todos os problemas de saúde", afirmou à BBC o médico Shekhar Saxena, do Departamento de Saúde Mental da OMS.
Ainda segundo Saxena, a depressão é mais comum do que outras doenças que são mais temidas pela população, como a Aids ou o câncer.
"Nós poderíamos chamar isso de uma epidemia silenciosa, porque a depressão está sendo cada vez mais diagnosticada, está em toda parte e deve aumentar em termos de proporção, enquanto a (ocorrência) de outras doenças está diminuindo."
Pobres
Segundo o médico, os custos da depressão serão sentidos de maneira mais aguda nos países em desenvolvimento, já que eles registram mais casos da doença e têm menos recursos para tratar de transtornos mentais.
"Nós temos dados que apontam que os países mais pobres têm (mais casos de) depressão do que os países ricos. Além disso, até mesmo as pessoas pobres que vivem em países ricos têm maior incidência de depressão do que as pessoas ricas destes mesmos países", afirma Saxena.
"A depressão tem diversas causas, algumas delas biológicas, mas parte dessas causas vem de pressões ambientais e, obviamente, as pessoas pobres sofrem mais estresse em seu dia-a-dia do que as pessoas ricas, e não é surpreendente que elas tenham mais depressão."
Segundo o médico, o aumento nos casos de depressão e os custos econômicos e sociais da doença tornam mais urgentes uma mudança de atitude em relação ao problema.
"A depressão é uma doença como qualquer outra doença física, e as pessoas têm o direito de ser aconselhadas e receber o mesmo cuidado médico que é dado no caso de qualquer outra doença."
Segundo a OMS, a depressão será também a doença que mais gerará custos econômicos e sociais para os governos, devido aos gastos com tratamento para a população e às perdas de produção.
De acordo com o órgão, os países pobres são os que mais devem sofrer com o problema, já que são registrados mais casos de depressão nestes lugares do que em países desenvolvidos.
Atualmente, mais de 450 milhões de pessoas são afetadas diretamente por transtornos mentais, a maioria delas nos países em desenvolvimento, segundo a OMS. As informações foram divulgadas durante a primeira Cúpula Global de Saúde Mental, realizada em Atenas, na Grécia.
"Os números da OMS mostram claramente que o peso da depressão (em termos de perdas para as pessoas afetadas) vai provavelmente aumentar, de modo que, em 2030, ela será sozinha a maior causa de perdas (para a população) entre todos os problemas de saúde", afirmou à BBC o médico Shekhar Saxena, do Departamento de Saúde Mental da OMS.
Ainda segundo Saxena, a depressão é mais comum do que outras doenças que são mais temidas pela população, como a Aids ou o câncer.
"Nós poderíamos chamar isso de uma epidemia silenciosa, porque a depressão está sendo cada vez mais diagnosticada, está em toda parte e deve aumentar em termos de proporção, enquanto a (ocorrência) de outras doenças está diminuindo."
Pobres
Segundo o médico, os custos da depressão serão sentidos de maneira mais aguda nos países em desenvolvimento, já que eles registram mais casos da doença e têm menos recursos para tratar de transtornos mentais.
"Nós temos dados que apontam que os países mais pobres têm (mais casos de) depressão do que os países ricos. Além disso, até mesmo as pessoas pobres que vivem em países ricos têm maior incidência de depressão do que as pessoas ricas destes mesmos países", afirma Saxena.
"A depressão tem diversas causas, algumas delas biológicas, mas parte dessas causas vem de pressões ambientais e, obviamente, as pessoas pobres sofrem mais estresse em seu dia-a-dia do que as pessoas ricas, e não é surpreendente que elas tenham mais depressão."
Segundo o médico, o aumento nos casos de depressão e os custos econômicos e sociais da doença tornam mais urgentes uma mudança de atitude em relação ao problema.
"A depressão é uma doença como qualquer outra doença física, e as pessoas têm o direito de ser aconselhadas e receber o mesmo cuidado médico que é dado no caso de qualquer outra doença."
01 setembro 2009
"Pastor é preso após invasão em igreja"
UZBEQUISTÃO (10º) - Enquanto as autoridades uzbeques estão se preparando para a celebração do dia da Independência e do 220º aniversário da capital Tashkent no dia 1º de setembro, querem assegurar que tudo está em “perfeita ordem”. A cidade está sendo “monitorada”, e todos os moradores de rua, sem-teto, e pessoas sem registro local serão removidos da capital. Centenas de policiais estão realizando uma “varredura” em busca de “elementos indesejados”, como parte de uma operação antiterrorista. Os familiares de prisioneiros políticos e grupos religiosos estão sob vigilância especial. Apesar de este controle nunca ser encerrado, ele aumenta significantemente antes de eventos importantes. Possivelmente, como parte desta varredura pré-comemorações, a polícia invadiu a igreja protestante Donam em Tashkent durante o culto de domingo, alegando que era uma reunião religiosa “não autorizada”. Ameaçados pela polícia, os membros, incluindo mulheres grávidas, crianças, idosos e doentes, foram proibidos de deixar o templo durante várias horas. Eles foram forçados a informar seus nomes e endereços, o que causou confusão e pânico. Algumas horas depois, o pastor da igreja, Vladimir Tyo, e muitos outros membros da igreja foram presos e muitos livros e vídeos cristãos foram confiscados. Apesar de os líderes terem apresentado toda a documentação necessária, provando que a igreja era registrada, os policiais simplesmente ignoraram o fato. No dia seguinte, o tribunal condenou o pastor e outros três obreiros a 15 dias de detenção, além de ter os materiais confiscados. Embora as invasões da polícia à igrejas sejam comuns no Uzbequistão, esse foi o primeiro caso de invasão a uma igreja registrada, durante o culto, assim como a prisão dos líderes – uma violação dos direitos humanos sem precedentes.
Tradução: Portas Abertas
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